O presente livro traz uma nova perspectiva para pensar a crise da saúde pública. Os modelos clássicos utilizados para o controle das manifestações endêmicas e epidêmicas do dengue revelam suas facetas de subordinação aos interesses do capital e de despreocupação com os danos no ambiente e na saúde pelo uso preferencial de inseticidas químicos no controle vetorial.
A abordagem ecossistêmica é uma perspectiva apresentada neste livro de forma prática, na busca de caminhos que auxiliem na direção da complexidade, da interdisciplinaridade e da sustentabilidade das ações sanitárias.
Referência
Fontes, Breno e Martins, Paulo Henrique. Redes, práticas associativas e gestão pública. Ed. Universitária / UFPE